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Covid-19: fiscalização aplica mais de 30 multas em uma semana

Doze bares, cinco mercearias/armazéns, um banco, uma academia, uma escolinha esportiva, um colégio, uma empresa de mototáxi, uma loja de cosméticos, outra de material de construção e um skatista foram os primeiros a receber multas da fiscalização da Covid-19. Os autuados descumpriram decretos do município que visam prevenir e controlar a disseminação do novo coronavírus. De acordo com as autoridades sanitárias, uma contaminação em massa por Covid-19 poderia levar o Hospital Municipal ao colapso. O cidadão que quiser interpor recurso contra a multa pode protocolar a "defesa" no prédio da Prefeitura (no setor de protocolos) em até sete dias após o recebimento da autuação.

 

Antes de começar a multar, na maioria dos casos os fiscais notificaram os autuados. Alguns, por mais de uma vez. Um bar, no bairro Primavera, por exemplo, já recebeu a quarta multa por reincidência. A primeira multa é de R$ 185,50. A cada nova autuação, o valor dobra em relação ao anterior. Hoje, a fiscalização preparava uma multa de R$ 1.484,00 para o comerciante.

 

A maior parte dos bares é autuada por manter atividades de sinuca, carteado e mesas com consumo no local. Tudo isso proibido por desobediência às medidas de distanciamento social. Bares, do tipo boteco, não estão autorizados a funcionar de maneira habitual. No máximo, atendimento em balcão do tipo "pegar e levar" ou tele-entrega.

 

O diretor de Fiscalização da Prefeitura, Ronald Lima de Paiva, declara que a Prefeitura não tem intenção de multar quem quer que seja. "Multamos devido à insistência das pessoas em desobedecerem às determinações dos decretos, nesse grave momento de pandemia".

 

Um das mercearias autuadas recebeu três multas. Violou o decreto, por estar funcionando depois das 20h. O dono pagou todas as multas. Ultrapassar o horário de funcionamento é a maior causa de multas a donos de armazéns ou mercearias. O último decreto estipula funcionamento até as 20h (de segunda a sábado) e até o meio-dia (aos domingos).

 

FIM DE SEMANA

 

No último sábado (4/7), o funcionamento do comércio esteve suspenso por decreto, exceto para os que trabalharam com alimentos, remédios e outros produtos essenciais.

 

Uma loja de cosméticos no Centro da cidade abriu as portas, desobedeceu à determinação, e foi multada. Uma casa de material de construção também foi multada. Mas esta devido à violação da regra do decreto que estipula o uso obrigatório de máscaras pelos funcionários.

 

De acordo com a fiscalização, não é a primeira vez que a loja é notificada pela mesma ocorrência. "Já fomos lá, notificamos o pessoal, distribuímos máscaras para quem não tinha. Mas não adiantou, aí tivemos que multar", conta uma das fiscais da Covid.

 

CIDADÃO MULTADO

 

Um rapaz de 21 anos recebeu multa por violar a determinação do decreto que interditou o coreto e a pista de skate na praça da AABB. Além de "invadir" a pista, interditada, o rapaz não usava máscara e resistiu à orientação dos fiscais, continuando a manobrar o skate após ser avisado da violação. Polícia Militar interveio e a multa foi lavrada.

 

Estão interditadas também quadras poliesportivas e academias populares. Mas há quem esteja quebrando cadeados, cortando telas, retirando o plástico que "lacrou" os equipamentos das academias populares, entre outras violações. A fiscalização e a polícia estão investigando.

 

DENÚNCIAS FALSAS

 

Fiscais reclamam muito das denúncias "vazias" de pessoas que insistem em atrapalhar o serviço da fiscalização.

 

Num dos atendimentos, uma ligação telefônica solicitou a presença dos fiscais num campinho de futebol no bairro Zé Pedro, sob a alegação de que juntava muita gente no local. Chegando lá, polícia e fiscais encontraram seis crianças. Foram orientadas e encaminhadas pra suas casas.

 

Em outra denúncia, a presença da fiscalização foi requisitada para flagrar uma festa "animada e barulhenta". Ao chegar à casa "denunciada", fiscais encontraram marido, mulher e cunhado conversando, tomando cerveja e escutando música "baixinho".

 

"Algumas denúncias são falsas. A gente chega e não encontra nada. Isso acaba atrapalhando e atrasando o nosso trabalho, pois deixamos de atender uma denúncia importante, para perder tempo com fakes", revela uma fiscal.

 

A fiscalização da Covid-19 funciona de segunda a sábado, das 8h às 22h, e aos domingos das 8h às 20h.

 

As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp da Prefeitura, no telefone 3677-9610. Todas as informações são repassadas para a fiscalização.

 

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Notícias publicadas no período: 29/03/2005 até 17h24 do dia 13/12/2012